sexta-feira, 19 de abril de 2013

Caneta

Logo cedo te vejo
no despertar ainda sonho
Mudo o frio
me cubro com o calor

Acalento sonho
não quero acordar

Mas a caneta já está a trabalhar
no compasso da sua espiral
eu me enrrolo e é banal

Ela precisa dizer
sou dependente de você




Ananda Motta

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