Cheiro do Gosto
salivando o gosto do cheiro das palavras doces
terça-feira, 22 de julho de 2025
Sensato no ato
Ô momento!
Um momento.....
Ô instante!
Um instante....
Insensatez constante
Ananda Motta
Qual é o sentido da vida?
Se tudo morre
Renascer é morrer pra viver de novo
para o novo...
O novo de todo dia
Rotina...o sol nasce todo dia!
e morre, vai embora
A lua brilha com a luz do sol
e morre...
A raiz é fértil, as palavras fúteis
o erro permanece...
Sempre! Amigos? Só se for pra rir...
pra chorar, o travesseiro
Desespero...descontrole
Pensamento, cabeça, dor, aperto...
peito...lágrimas tristes
e tiro...alienação...e tiros, jogo!
Tiro certeiro em mim! Pra mim, porque sim!
Eu medo...tudo morre!
Eu vivo...e será?
O nada acalma e a alma? Vazio!
Eu no rio...não rio, vou! Indo...
Inerte, imortal, ouvido! Pinico!!
Triste, erro, desespero, penso, viajo, doe!
Qual verdade? Onde? Porquê?....ando só!
Paro...certo? Só! Sozinha...
Só ria...Sorria!
Mesmo sem saber e pra quê?
Um dia vem....
e tudo vai!
Ananda Motta
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Pai
O sorriso me leva na doce ilusão, prazer do poder
Autoritarismo relevante, maxismo intrigante
Pulsação acelerada dentro do tempo
Que já se esvai por lágrimas de sentimento
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Nelson Rodrigues
desde o caminho verde aparecem Cristais
e na caminhada o vento sopra a brisa pelo corpo que se arrepia em cada parte:
Pernas Barriga Peitos Cabelos!!!
Na Boca água doce gosto de mar...
Rodriguiano, eu continuo amando
a cada passo pássaros cantam perto do sol que se põe na sua exuberância
A areia me dança o desejo da lua linda crescente
Como o encanto penetrando o meu corpo num doce prazer
sintonizado com o olhar das estrelas.
Me derreto Céu e a aurora nasce Nelson
Ananda Motta
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
luz
Felicidade branca que reluz o corpo e a alma brilha
como o SOL da Primavera, as flores brotam do coração CONTENTE
doando AMOR a quem lhe oferta um sorriso,
um olhar,
uma palavra DOCE
Ananda Motta
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
castelo de Areia
o Rei vira Coringa, ele se encaixa em qualquer situação
a Dama a mercê dos seus à fazeres
até que vire uma Odalisca e o Rei passe a enxergá-la como tal
se preocupando com seu posto que já vai mal
O tempo da Odalisca já se esvai e ela volta ao seu posto muito sagaz
agora Dama, ela precisa de elegância e valor
O Rei passa a ser o Valete da história, tentando achar sua posição
mas nem ele sabe onde procurar
A Dama espera calma até que o Valete volte a ser Rei!
Nesse Castelo de Loucos, as paredes de areia dissolvem com a chuva
a ventania mistura o Baralho trapaceira-mente até que o sol volte a brilhar
e uma Nova Ordem se instale....
Ananda Motta
domingo, 11 de agosto de 2013
FALta
Vazio que me consome
me come
corrói por dentro
O tempo é o maior desafio!
A sabedoria do Querer
não querer....
do não poder Dizer
do não poder querer
Por não Dizer que Sim...
Ananda Motta