a sutileza do Gesto
traz a sabedoria do sentimento.
o Coração dança na música do Olhar.
o Cheiro acolhe a alma e Aquece o corpo.
de longe nada é Possível!
Ananda Motta
terça-feira, 30 de abril de 2013
azul com amarelo
Companheira azul de todos os dias e noites
Me acalenta, me acolhe, me cobre, me veste, me conforta
Onde eu me deito e me calo!
Apenas o coração e a sensação de prazer...
Saio. Transcedo. Vôo alto!
Volto do longo caminho percorrido e me encontro.
Me volto e entro, me completo:
Corpo e alma.
Azul acalma.
Respiro calma. Coração leve!
O amarelo vem,
a música toca.
Enxergo o Azul e lá se foi...
um sonho!!!
Ananda Motta
Me acalenta, me acolhe, me cobre, me veste, me conforta
Onde eu me deito e me calo!
Apenas o coração e a sensação de prazer...
Saio. Transcedo. Vôo alto!
Volto do longo caminho percorrido e me encontro.
Me volto e entro, me completo:
Corpo e alma.
Azul acalma.
Respiro calma. Coração leve!
O amarelo vem,
a música toca.
Enxergo o Azul e lá se foi...
um sonho!!!
Ananda Motta
terça-feira, 23 de abril de 2013
Russeando Renato
Há tempos tive um sonho, não me lembro...
Tua tristeza é tão exata!
Sonhos vem, sonhos vão...
Nem os Santos tem ao certo a medida da maldade.
Proteção meu amor!
Só o acaso estende os braços pra quem procura abrigo
me disseram que você estava chorando.
As vezes o que eu vejo,
quase ningém vê!
As vezes sei que uso palavras repetidas,
mas quais são as palavras que nunca são ditas?
Já não me preocupo se eu não sei pôrque.
As vezes o que eu vejo,
quase ningém vê!
Como um anjo caído, fiz questão de esquecer!
Ainda estou confusa, só que agora é diferente;
estou tão tranquila e tão contente!!!
Ananda Motta
Tua tristeza é tão exata!
Sonhos vem, sonhos vão...
Nem os Santos tem ao certo a medida da maldade.
Proteção meu amor!
Só o acaso estende os braços pra quem procura abrigo
me disseram que você estava chorando.
As vezes o que eu vejo,
quase ningém vê!
As vezes sei que uso palavras repetidas,
mas quais são as palavras que nunca são ditas?
Já não me preocupo se eu não sei pôrque.
As vezes o que eu vejo,
quase ningém vê!
Como um anjo caído, fiz questão de esquecer!
Ainda estou confusa, só que agora é diferente;
estou tão tranquila e tão contente!!!
Ananda Motta
sexta-feira, 19 de abril de 2013
orvalho
Escrever sem parar
só para não parar
parei pra pensar e quis até abreviar
o que não tinha pra rimar
escrevo sem parar
pra vencer o cansaço
prefiro não parar
Sem parar escrevo pra não abusar
a palavra espessa do meu pensamento
e os dedos sem parar
a mente inquieta sem parar de pensar
cabeça grande
insônia doce
a luz da escuridão me atrai
feliz é a insônia pura e verdadeira
como gotas de orvalho nas flores da madrugada
posso sentir o frio do orvalho!
Sono
Olhos de cheiro úmido a piscar lentamente com o cansaço
Boa noite dia!
Ananda Motta
só para não parar
parei pra pensar e quis até abreviar
o que não tinha pra rimar
escrevo sem parar
pra vencer o cansaço
prefiro não parar
Sem parar escrevo pra não abusar
a palavra espessa do meu pensamento
e os dedos sem parar
a mente inquieta sem parar de pensar
cabeça grande
insônia doce
a luz da escuridão me atrai
feliz é a insônia pura e verdadeira
como gotas de orvalho nas flores da madrugada
posso sentir o frio do orvalho!
Sono
Olhos de cheiro úmido a piscar lentamente com o cansaço
Boa noite dia!
Ananda Motta
tic tac...
A espera...
tic tac, tic tac, tic tac
segundos, minutos...
o tempo parado...
o relógio...
ponteiros se movimentam incessantes...
a espera...
pessoas a todo instante...
menos a pessoa atuante...
aguardo...
o tempo...
quase hora...
espero...
a espera...
do novo...
retarda chegar...
tic tac tic tac tic tac...
Ananda Motta
tic tac, tic tac, tic tac
segundos, minutos...
o tempo parado...
o relógio...
ponteiros se movimentam incessantes...
a espera...
pessoas a todo instante...
menos a pessoa atuante...
aguardo...
o tempo...
quase hora...
espero...
a espera...
do novo...
retarda chegar...
tic tac tic tac tic tac...
Ananda Motta
Caneta
Logo cedo te vejo
no despertar ainda sonho
Mudo o frio
me cubro com o calor
Acalento sonho
não quero acordar
Mas a caneta já está a trabalhar
no compasso da sua espiral
eu me enrrolo e é banal
Ela precisa dizer
sou dependente de você
Ananda Motta
no despertar ainda sonho
Mudo o frio
me cubro com o calor
Acalento sonho
não quero acordar
Mas a caneta já está a trabalhar
no compasso da sua espiral
eu me enrrolo e é banal
Ela precisa dizer
sou dependente de você
Ananda Motta
domingo, 14 de abril de 2013
MoTTa
Dificil até palavriar sentimentos alheios.
Mas em versos tentarei expressar os fatos:
Família maltrapilha,
Italiana matriarca,
Faladeira como matraca.
Mulheres muitas,
cada uma de um tipo novo!
O diferente incomoda,
O comum é despercebido.
De fora vejo o que não sinto,
Mas me toca o coração.
Agonia, angustia, amor...
Mães, Pais e Filhos.
Cansaço! De todos...
Confusões e Proteções se misturam,
Intimidade e excesso se excedem.
Você comigo,eu com outra,ele com ela, ela com você!
Todos juntos num nó cego...
Cegueira hereditária.
A Vida passa e nada muda.
Apenas desnuda!
Ananda Motta
Mas em versos tentarei expressar os fatos:
Família maltrapilha,
Italiana matriarca,
Faladeira como matraca.
Mulheres muitas,
cada uma de um tipo novo!
O diferente incomoda,
O comum é despercebido.
De fora vejo o que não sinto,
Mas me toca o coração.
Agonia, angustia, amor...
Mães, Pais e Filhos.
Cansaço! De todos...
Confusões e Proteções se misturam,
Intimidade e excesso se excedem.
Você comigo,eu com outra,ele com ela, ela com você!
Todos juntos num nó cego...
Cegueira hereditária.
A Vida passa e nada muda.
Apenas desnuda!
Ananda Motta
quarta-feira, 10 de abril de 2013
desabrocho
Pulsação vibrante
energia que sai do meu corpo
como dança e música
Me sinto como notas musicais
dançando numa partitura
Navego pelas linhas da vida
simplesmente sendo
Desfruto da natureza Bela e Fera
das pessoas que me cercam
Dancei, dancei
cantei, cantei a vida
em sintonia com o universo
O cansaço chega
a energia se foi e se renova
para um novo amanhã
Como uma linda flor exalando o seu perfume
transbordando de felicidade
Ananda Motta
energia que sai do meu corpo
como dança e música
Me sinto como notas musicais
dançando numa partitura
Navego pelas linhas da vida
simplesmente sendo
Desfruto da natureza Bela e Fera
das pessoas que me cercam
Dancei, dancei
cantei, cantei a vida
em sintonia com o universo
O cansaço chega
a energia se foi e se renova
para um novo amanhã
Como uma linda flor exalando o seu perfume
transbordando de felicidade
Ananda Motta
terça-feira, 9 de abril de 2013
P M G
Tamanho: Pequeno, Grande e Médio.
Pequeno; é o seu ser, o seu tamanho, o seu sentimento
A sua atitude “muda”, rasa, pouca,
superficial no seu sorriso,
na sua alma fétida, môca!
Grande; é o seu medo,
o meu tamanho perto de você,
a sua inquietude na minha presença,
a falsidade do seu sorriso cínico,
é o AMOR que tenho no meu peito,
é a simplicidade dos meus atos,
é o sorriso verdadeiro e amargo que te devolvo
como num abraço apertado que te diminui!
Médio; é o meu sentimento por você,
O seu significado em minha vida, ou cinza ou nada?
Dá no mesmo, pra mim é assim!!!!
Ananda Motta
sábado, 6 de abril de 2013
Sangue
compreendendo
ações, palavras e gestos
ou
não-palavras e o silêncio
A ousadia me
invade!
O peso
calado pairado no ar
Sem nada
explicar, o que não há, nem é pra dar
Apenas
ficar...enraizado n’alma e no sangue para sempre lembrar
Sou você
sendo eu e quero você como eu
Desejo
carnívoro de mastigar sabores e amores
Num gosto
açucarado de aflição!!!
Ananda Motta
O encontro do Re-encontro
Eu vi o sol nascer
com ele o sorriso solto no olhar profundo de quem busca
sem saber onde vai chegar
Passado e Presente se misturam no abraço tão belo que despertou o sol...
As palavras são muitas
as vezes ríspidas e crueis na carne
Mas o amor uni com tal sutileza que transforma em gesto de carinho
Presente de Deus que a espiritualidade se fez avisar
sinal de fumaça branca do cachimbo da Paz
Nuvem Branca sempre está a olhar
num tilintar sopra as palavras
por ouvir dizer no meu corpo se espalha:
Calmaria
Ananda Motta
com ele o sorriso solto no olhar profundo de quem busca
sem saber onde vai chegar
Passado e Presente se misturam no abraço tão belo que despertou o sol...
As palavras são muitas
as vezes ríspidas e crueis na carne
Mas o amor uni com tal sutileza que transforma em gesto de carinho
Presente de Deus que a espiritualidade se fez avisar
sinal de fumaça branca do cachimbo da Paz
Nuvem Branca sempre está a olhar
num tilintar sopra as palavras
por ouvir dizer no meu corpo se espalha:
Calmaria
Ananda Motta
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