Pouca luz, céu rosado
na silhueta da noite vem o desejo
entre linhas retas escrevo palavras sinuosas
como o diálogo amigo de boca torta
inspiração na solidão escura
observo a noite, longa
viva da luz de vela:
o aroma doce como a sutileza do toque
música leve, voa
Arrepio me faz suspirar.
Paro. Não penso.
Peço o gosto do céu!
Um sorriso me responde Vinho
e no abraço me delicio
Carinho
Ananda Motta
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